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Meu perfil BRASIL, Mulher, de 26 a 35 anos, Música, Cinema e vídeo, Você... a todo instante... |
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Templates By Marina

Porquê que quando o mundo resolve mostrar sua cara,
Entra pelos olhos e pelos ouvidos,
Destroem seu cérebro, seus pensamentos,
Acabam com sua razão, muda a polaridade,
Mata seus sentimentos, acaba com seu corpo,
Com sua mente, com sua existência,
E o poeta transforma tudo em palavras,
Palavras profundas, tocantes, revolucionárias?
Pois bem, agora está aqui as palavras,
Todas feitas no liquidificador de minha mente,
Transformadas em bebida de alma,
Eis o poema...
O corte da faca na carne,
Assim é o sentimento de quem não se encontra,
De quem se acha sobrando,
Daquele que por mais que queira não consegue,
Dum emaranhado de sentimentos rudes,
Que pulam do peito no sentido de contruir,
A construção do amor próprio,
Da auto-valorização, da solidão...
Solidão no meio de muitos,
Estando cercado de pessoas,
Mesmo assim se sentindo só,
Pessoas que propôs trazer felicidade,
Que proporam harmonização.
Solidão que corta o peito,
Arrebenta a alma,
Diminui o valor,
Mata...
Uma andorinha perdida no meio do inverno,
Com outras andorinhas, que se transformaram,
Que são outros belos pássaros, mas não andorinha,
Acaba que a andorinha morre de frio, por está só,
Sem aquecimento, sem companhia, somente frio...
Uma flor sozinha sufocada por outras flores,
Um grupo, forte em sua existência, em sua tradição,
Sufocam cada vez mais a flor solitária,
Quão belas são as outras flores,
Mas na maioria, acabam, por natureza,
Submetendo aquela sozinha, sem ninguém,
A cadeia alimentar na natureza,
É como a voracidade dos sentimentos,
Que se sobrepõe uns sobre os outros,
Tornado certos sentimentos fracos,
Sem atuação, sem representatividade,
A perda, sentimento maldito, predador...
Ela é a caçadora e os bons sentimentos, a presa...
A saudade, sentimento forte, que engana...
Se faz de amigável e nostálgica,
Mas é alimento para o sentimento de perda...
Os demais sentimentos vão se esvaindo pelos dedos...
Depois de escorrerem do coração...
Deixando a mente pobre e auto-destrutiva...
Enquanto tudo isso acontece,
Sou o estranho, o errado, o inadequado,
O monstro, o demônio, o incômodo...
Sou a sobra, a razão do mal e do mau...
Como ninguém assim se considera a si mesmo...
Sinto-me só, não por que eu era tudo isso...
Mas por que acabei me tornando ou fui rotulado...
Pois a busca da culpa, sempre será a sina do homem...
E a princípio, nunca a consideramos nossa...
Hoje, eu, me considero culpado,
Por estar infeliz, solitário,
Sem ação, somente vendo os que amo...
Se acabando, a cada dia...
Bom seria que eu me conseguisse me convencer...
De que nessas décadas que se passaram...
Nada fui, nada conquistei, só incomodei...
Que bom seria uma nova chance,
Um novo nascimento,
Para isso, antes, teria que eu, voltar pra casa...
Não sei o caminho, vou esperar me levarem...
(**Pisciano**)
* Direitos Autorais Reservados *
©2009©

Esperava transformar o pouco
Em um grande sentimento
Em carinho, doce momento
Mas foi só um pensamento louco
Cruzou leguas por esperança
Sem pensar em nenhum tormento
Noite fria foi seu alento
Esqueceu-se, não é mais criança
Foi tanto tempo perdido
Coração partido
Doce ilusão
Tudo será esquecido
Apagado, contido
Ao fim da canção.
(**Ariana**)
* Direitos Autorais Reservados *
©2009©

Busca refúgio em caminhos tortos
Sem saber para onde levam
Sempre turvos e esparsos
E acha que são bons
Pois lhe trazem alento momentâneo
Sente sua alma livre
E flutua solta como folha ao vento
Pensando que não tem amarras
Que não existem limites
Para a busca da paz em si mesma
Ilude sua mente ofuscada
Por luzes avessas em cores e aromas
Diversos daqueles que existem
Em todas as horas que marcam
O ponteiro da vida diária
Insiste o chamado e bate à porta
A espera que o novo atenda
Ao apelo gentil
Do carinho contido no peito
E palavras vis perdidas no tempo
Mas coloca os pés no chão
E certa de que tudo é apenas
Construção do que não existe
Reflexo do que deseja
E tudo acaba em segundos
Se transforma em frases soltas...
Versos que não rimam...
Escrita sem regras...
Poema que não se lê...
Somente se sente...
(**Ariana**)
* Direitos Autorais Reservados *
©2009©

Se não queres setir o perfume das flores
Vire a sua face
Não sentirá o aroma
Nem desfrutará de sua beleza
Se não queres o brilho das estrelas
Feche seus olhos
Não verás o cintilar da noite
Nem se banhará com a luz da lua
Se não queres as gotas de orvalho
Cubra seu corpo
Não sentirás sua umidade
Nem a brisa suave das madrugadas
Se não queres o gosto do beijo
Cerre seus lábios
Não terás o pulsar das veias
Nem sentirá o calor dentro do peito
Se não queres o encontro das almas
Prenda seu coração
Não sentirá o calor da paixão
Nem a doçura e a emoção do momento
Se não queres o amor que lhe oferecem
Apenas diga Adeus...
Não o menospreze...
Não o diminua...
Não dê esperanças...
Dê apenas sinceridade.
(**Ariana**)
* Direitos Autorais Reservados *
©2009©

* Direitos Autorais Reservados *
Olhos de menino
Jeito inconsequente
Pensa que é tudo
Menino valente
No fundo é apenas
Um homem carente
De afeto, de afago
De abraço apertado
É choro calado
É brilho latente
Sorriso largo
Olhos brilhantes
Mal sabe que valem
Como diamantes
Pra quem se apega
E quem se preocupa
Sem pensar nada
Nem sentir culpa
Pois talvez seja apenas
Pessoa igual ao menino
Que erra e acerta
Que vive a vida
Presente divino.
Guerreiro no corpo
Alma de aventura
Não sabe a importancia
Nem qual a figura
Que transforma esperas
Em bonanças
Não é mais criança
Dia após o outro
Vive de esperanças
Sem saber o rumo
Que a estrada toma
Ou a segue reta
Ou perde o prumo.
Ela não sabe
O que passa em sua mente
Se é de coração
Se é só repente
Mas se dá, e espera
E sente, e imagina
E apenas segue,
Sem eira, nem beira
O desconhecido...
O desinteresse...
O nada...
E o tudo...
Mal sabe o menino,
O lugar que ocupa...
(**Ariana**)
©2009©

Ela segue por caminhos escuros
Entre arvores densas e esparsas,
Se perdendo a cada passo que dá,
Guiando-se apenas pelos sons da noite.
O ar frio gela seu peito arfante,
Mas não lhe traz tanto frio
Quanto o esquecimento que gela sua alma.
A lua não mais é sua companheira.
Escondeu-se atrás de nuvens de um céu sombrio
Onde seu brilho não ilumina mais
as trilhas que percorria.
Tudo é apenas um breu,
Um grande nevoeiro que esconde
O sofrimento que carrega em seu olhar.
Dias vem e vão e ela continua sem sair
Daquela estrada que não a leva a lugar algum.
Não leva nada consigo,
Somente lembranças de tempos passados
Onde o sol aquecia sua fronte
E tornava seus dias mais completos.
Continua caminhando, e mesmo em dias claros
Os raios não conseguem romper
O nevoeiro que se instaura ao seu redor.
Ela quer a claridade, mas os caminhos escuros
São mais faceis.
Quer aquecer sua alma, mas os raios não
Conseguem alcança-la.
Procura um escape pra vida, mas sua mente
lhe oferece apenas tristeza.
Tenta focar o presente, mas as lembranças
A remetem sempre ao passado.
Quer seguir outra direção, mas a que segue
Agora lhe oferece disfarces.
A escuridão que acompanha suas noites e
O nevoeiro denso que acompanha seus dias
Encobrem sua dor e lamento,
Sua revolta, seu descontentamento.
Encobrem as lagrimas exaustivas e incessantes
De um coração dilacerado.
** Ariana **
* Direitos Autorais Reservados *
©2009©

Numa tela de lona ela pinta suas cores...
Suas ilusões... suas desventuras...
Seus lamentos...
Seus tormentos...
Em tom cinza ela pinta sua tristeza...
Do que já se foi...
Do que não tem volta...
Do que não restou...
Em tom roxo ela pinta sua dor...
A dor da partida...
A dor da saudade...
A dor das lembranças...
Vermelho é o tom do seu desespero...
Do que não sai da sua cabeça...
Do que não sai do seu coração...
Do que não sai de sua alma...
De Preto pinta o vazio em seu peito...
É a falta do abraço...
A falta do cheiro...
A falta do carinho...
Com Branco ela pinta a necessidade de paz...
É a busca pela tranquilidade do espírito...
É a fuga para qualquer coisa...
É a espera pelo tempo...
Com Amarelo pinta sua eterna esperança...
De não pincelar mais ilusões...
Desventuras ou lamentos...
Não pincelar saudades...
Nem dores de amor...
Nem mesmo lembranças...
Somente a tela em branco...
Para que entrem novas cores...
Outros tons...
De sentimentos mais felizes.
** Ariana **
* Direitos Autorais Reservados *
©2009©

Desfaço os laços que nos uniam...
Os laços de carinho...
De amizade...
De compreensão...
De perdão...
De saudade.
Resta apenas um coração ferido...
Calado... magoado...
Com a partida...
Com a falta de vontade...
Com a ausencia de coragem...
Com a falta de amor.
Vou vivendo dia a dia
Essa ausência...
Sem me arrepender do que fiz...
Porém lamentando muito por ter feito tanto...
Sem retorno...
Sem importância...
Sem reconhecimento.
Resta apenas um coração gelado...
Sufocado... Cansado...
Por tudo o que não foi dito...
Por tudo o que não foi ouvido...
Por tudo o que não foi aberto...
E pelo que não foi vivido.
Resta apenas...
Um grande vazio...
** Ariana **
* Direitos Autorais Reservados *
©2009©

Ela vive uma ilusão...
Por vezes acha que é real
Sonha, sente, entusiasma-se, ri, sofre, chora
Mas e realidade sempre bate a sua porta
E mesmo assim continua...
Vive um dia de cada vez
Esperando mais entrega do que tem...
Querendo mais do que pode...
Desejando ser mais do que é...
Ela vive um faz de conta...
Mantendo, a cada dia, a semente
De tudo que se construiu nesse longo
Tempo transcorrido, de idas e vindas
De persistências e desistências
De nuvens e terra firme...
Hoje a distancia se faz
E ela sente no coração a partida
Mais uma vez, como diversas outras
O vento leva tudo para longe
Fora de seu alcance...
Ela vive a despedida...
Não ouve mais as palavras
O evitar reina em seus dias
O brilho se esvai de seus olhos
A ilusão acabou...
Ela vive...
Apenas vive...
A vida...
** Ariana **
* Direitos Autorais Reservados *
©2009©

Lhe falta o discernimento...
O bom senso... a firmeza nas convicções...
A execução das coisas que afirma...
Crença nas palavras que prega pra si.
Lhe falta o ar.. o juizo...a razão...
O comprometimento... o arrependimento...
A vontade de parar...
A consciencia de manter-se longe.
Tudo lhe falta quando te aproximas...
Quando a fita com o olhar que só tu tens...
Quando a abraça e teu cheiro parece entranhar em sua pele...
Quando tu falas e o som de tua voz parece dominar
a alma daquela mulher,
Mesmo quando tuas palavras proferem apenas
a distância.
Mas quando não se tem sonhos, não se vive...
Quando não se tem esperanças, não se caminha...
Quando não se tem objetivos, nada se alcança...
E ela os tem...
Ela espera o teu coração falar mais alto
do que a tua razão...
Ela espera que tu voltes atrás no teu adeus
e continue em seus braços...
Ela sonha com o reencontro...
Com o cessar da saudade....
Com o fim da dor e da falta que tu fazes...
Com o saciar da sede de tua boca...
Com o encantamento do teu olhar...
Com o aconchego do do teu abraço...
Ela sonha...
Ela espera...
Ela sente...
Ela simplesmente...
Ama...
** Ariana **
* Direitos Autorais Reservados *
©2008©

E tudo se tornou alívio de repente...
As lágrimas secaram
As lembranças já não mais causam dor
Nem do que se viveu
Nem do que se deixou de viver
A saudade não é mais sentida
Nem do abraço
Nem do carinho
E nem mesmo da presença
Os sentimentos se esvairam
O gostar, o amor,
o aconchego, a falta,
Não mais existem dentro de mim
E tudo se tornou alívio de repente...
Só restaram as lembranças
Boas e ruins
Que a cada hora do dia que passar
Cairão no esquecimento
E um dia tudo será apenas um vão
Apenas um vazio
Apenas nada
E tudo se tornará libertação
Definitivamente.
** Ariana **
* Direitos Autorais Reservados *
©2008©

Quando tudo era começo
Tal qual era o encantamento
As cortinas se abriam
Para o show de tal momento
Rainha daquele palco
Sob a luz que incidia
Dançava na ponta dos pés
Ao som do amor que sentia
A saudade como tema
A dor como inspiração
Pobre de ti, bailarina
Tens ferido o coração
Sofres calada e segue
O palco é teu companheiro
Os aplausos sempre encombrem
Sentimento derradeiro
E quando tudo termina
Tudo é apenas lembrança
As cortinas que se fecham
Deixam apenas esperança.
** Ariana **
* Direitos Autorais Reservados *
©2008©

Sou memória
Sou lembrança
A flor vil, despedaçada
Sou resquício
Sou lemento
Da dor dos que não tem nada
Sou o escuro
Sou o medo
Sou o aceno da partida
Sou olhares
Sou as lágrimas
Da mais triste despedida
Sou cansaço
Sou estafa
Auréola da lua sangrando
Sou o frio
Sou martírio
De uma voz calada gritando
Sou o fim
Sou o começo
Caminho a ser escolhido
Sou a dúvida
Sou fracasso
Da covardia que vive comigo
Sou a vontade
A necessidade
Planta querendo crescer
Sou a tesoura
Que corta os laços
Para enfim me desprender.
** Ariana **
* Direitos Autorais Reservados *
©2008©

Triste sina de quem ama
Em descompasso com o bater do coração
Na tentativa de expressar minha emoção
Me perco em versos,frases soltas e confusas.
Minh'alma sofre, o pranto desce
Nos olhos turvos, descontentamento
O que era sonho, hoje é só tormento
Nada ficou que não seja só dor.
No sufocar dos sentimentos fico
A solidão me invade, acompanhada
Trazendo a mágoa de não ser mais nada
Somente cinzas,
Talvez lembranças e Saudade.
** Ariana **
